“Entrei com o carro na garagem da nossa casa, e ficamos ali, sentados em silêncio, olhando para a frente.— Se você achar que isso tudo não vale o sacrifício, vou entender, não vou culpá-lo por querer algo diferente, ou melhor — falei, com a voz trêmula. Tudo o que eu mais queria era ficar com ele, para mim nenhum sacrifício seria grande o bastante, nenhum obstáculo era difícil o suficiente, mas não poderia obrigá-lo a se sentir como eu, ou tomar as mesmas decisões.— Melhor? Do que você está falando, enlouqueceu? — Ele parecia alucinado. — Quando você diz “isso tudo”, significa nós, Marina? Olha...